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Artigo Original

Perfil epidemiológico e clínico de pacientes com queimaduras atendidos pela fisioterapia na Universidade Estadual de Goiás

Epidemiological and clinical profile of the burned patients under physiotherapeutic care in the State University of Goiás

Wanessa Camilly Caldas Rodrigues1; Lauanne Beatriz Pinheiro2; Andressa Torres Lima3; Larissa Battisti4; Mariana Araújo Góes Mota5; Murielle Celestino Costa6; Fernanda Martins Carvalho7; Tânia Cristina Dias da Silva Hamu8

RESUMO

OBJETIVO: Verificar o perfil epidemiológico e clínico de pacientes com sequelas de queimaduras, e determinar quais as condutas foram mais utilizadas no tratamento fisioterapêutico.
MÉTODO: Estudo transversal, retrospectivo, observacional por meio da análise de prontuários.
RESULTADOS: Dentre os 2401 prontuários analisados de pacientes que receberam alta no período de 2006 a 2013, 146 (6,08%) continham o diagnóstico clínico de queimaduras. Este total de pacientes foi separado por idade: crianças e adolescentes, adultos e idosos. O perfil epidemiológico de crianças e adolescentes, com idade média de 6,89±6,5 anos, revelou que o sexo masculino (57,1%) de etnia negra (51,02%) apresentava maior prevalência. Já a amostra de adultos e idosos apontou maior prevalência para sexo feminino (56,7%) de etnia branca (48,45%). No perfil clínico e de atendimento fisioterapêutico de crianças e adolescentes, o agente etiológico inflamável foi o mais frequente (49%), membros superiores foram as regiões mais acometidas (91,7%), sendo o objetivo de melhorar a cicatrização (89,79%) e a cinesioterapia (87,75%) as condutas mais utilizadas. Para adultos e idosos, a queimadura por atrito foi mais prevalente (33%), membros inferiores foram as regiões mais acometidas (43,6%); quanto ao objetivo, melhorar a força muscular, amplitude de movimento e flexibilidade (86,59%) foi o mais frequente; e a cinesioterapia (86,6%), a conduta mais adotada.
CONCLUSÃO: Os achados epidemiológicos aqui encontrados sugerem o perfil do paciente queimado em atendimento fisioterapêutico em Goiânia, fornecendo subsídios para uma intervenção fisioterapêutica mais direcionada às necessidades desta população.

Palavras-chave: Queimaduras. Fisioterapia (Técnicas). Epidemiologia.

ABSTRACT

OBJECTIVE: To verify the epidemiological and clinical profile of patients with burn sequelae and to determine what practices were most prevalent in the physiotherapeutic treatment.
METHODS: This is a cross-sectional, retrospective, observational study through the analysis of medical records.
RESULTS: Of the 2,401 health records analyzed from patients who were discharged from 2006 to 2013, 146 (6.08%) contained a diagnosis of burn injuries. The total amount of patients was split by age: children and adolescents, adults and the elderly. The epidemiological profile of children and adolescents with a mean age of 6.89±6.5 years showed a higher prevalence of male patients (57.1%) of black ethnicity (51.02%). In turn, the sample of adults and elderly showed a higher prevalence of females (56.7%) of white ethnicity (48.45%). In the clinical and physiotherapeutic profile of children and adolescents, flammable products were the most frequent etiologic agent (49%) and the upper limbs were the most affected body areas (91.7%). Wound healing improvement (89.79%) and kinesiotherapy (87.75%) were the most frequent treatments. For adults and the elderly, friction burns were the commonest (33%), lower limbs were the most affected areas (43.6%), whereas the objective of enhancing muscle strength, range of motion and flexibility (86.59%) was the most frequent and kinesiotherapy (86.6%) the most commonly used treatment.
CONCLUSION: The epidemiological findings found here indicate the profile of the burned patient under physiotherapeutic care in Goiânia as it provided support for a more directed physiotherapeutic intervention towards the needs of such population.

Keywords: Burns. Physical Therapy Modalities. Epidemiology.

INTRODUÇÃO

As queimaduras caracterizam-se por lesões na pele ou em outro tecido orgânico, podendo ser causadas por agentes térmicos, elétricos ou químicos1.

Pacientes que sofrem traumas por queimaduras frequentemente recebem atendimento emergencial, seguido do encaminhamento para tratamento hospitalar². O atendimento hospitalar é amplo ao envolver tanto o tratamento das condições do trauma pela queimadura quanto a tentativa de minimizar riscos adicionais como a infecção.

A condição clínica do paciente queimado pode evoluir para septicemia, insuficiência respiratória, mudanças metabólicas, alterações cardíacas, renais e gastrointestinais³. Dependendo de sua extensão e gravidade, as queimaduras causam sequelas não apenas físicas, mas também psíquicas, o que interfere diretamente no âmbito social e econômico das vítimas4.

O tratamento de queimaduras representa um desafio para os profissionais da saúde, não só pela gravidade das lesões apresentadas, como também pelas muitas complicações5. Esse tratamento deve contemplar uma multidisciplinaridade profissional, inclusive psicológica, visto que pode gerar consequências que extravasam as complicações físicas6.

No âmbito fisioterapêutico, os princípios do tratamento são amplos e podem envolver exercícios (cinesioterapia), posicionamento articular, cuidados com a pele, massagem, malhas compressivas e produtos para cicatrização7.

No ambiente ambulatorial, a fisioterapia contribui para a recuperação da função, trabalhando principalmente com ganho de amplitude de movimento, formação e desenvolvimento cicatricial, mobilizações e alongamentos8.

O conhecimento da epidemiologia é de extrema importância para todas as áreas de atuação médica, uma vez que relaciona e fundamenta fatores encontrados até os dias atuais, podendo contribuir com tratamento e prevenção da área em estudo9. Os estudos que abordam a fisioterapia contribuem com efeitos das técnicas8, achados clínicos dos pacientes10,11 e aspectos epidemiológicos. No entanto, a literatura não explora informações epidemiológicas acerca das condições clínicas e do tratamento fisioterapêutico propriamente dito.

Diante da escassez de estudos epidemiológicos e clínicos envolvendo pacientes queimados em tratamento fisioterapêutico, o objetivo do presente estudo foi verificar o perfil epidemiológico e clínico de pacientes com sequelas de queimaduras, e determinar quais as condutas foram mais utilizadas no tratamento fisioterapêutico.

O conhecimento deste perfil de pacientes atendidos na Clínica Escola da Universidade Estadual de Goiás (UEG) auxiliará na melhor compreensão das características do paciente queimado que recebe atendimento fisioterapêutico ambulatorial na região Centro-Oeste. Estas informações facilitarão o direcionamento para um tratamento mais especializado, principalmente no que tange à fisioterapia, visto que muitas vezes o paciente com queimadura apresenta limitações funcionais e estéticas que merecem um atendimento mais específico.


MÉTODO

Trata-se de um estudo transversal e retrospectivo, de caráter observacional e descritivo. Do universo de 2401 pacientes atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da Universidade Estadual de Goiás (UEG) Campus de Goiânia - ESEFFEGO, que receberam alta nos anos de 2006 a 2013, foram incluídos no estudo 146 prontuários de pacientes que apresentaram o diagnóstico clínico de Queimaduras. O estudo foi realizado em conformidade com as Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas envolvendo seres humanos (Resolução 466/2012, do Conselho Nacional de Saúde), aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital de Urgência de Goiânia (HUGO), protocolo nº 155.482.

Foram incluídos prontuários completos de pacientes com o diagnóstico clínico de queimadura, ou seja, aqueles que incluíam ficha de triagem, encaminhamento médico, ficha de avaliação, ficha de evolução e relatório de alta do tratamento fisioterapêutico.

Foram excluídos os prontuários em que o diagnóstico clínico não seja o acima mencionado, prontuários incompletos e prontuários em que as datas de alta não se encontravam dentro do período estipulado nos critérios de inclusão, bem como ausência de informações relevantes para este estudo.

Após aprovação no Comitê de Ética em Pesquisa, foi iniciada a busca dos prontuários utilizados no estudo. A coleta de dados e a fase de análise dos dados foram realizadas na sala da Coordenação da Clínica Escola de Fisioterapia da UEG. Para a realização do registro dos dados coletados, foi utilizado um instrumento elaborado pelos próprios autores, denominado "Questionário de condições epidemiológicas e clínicas do paciente queimado". Este questionário contemplou os seguintes dados: número do prontuário, gênero, idade, etnia, escolaridade e hábitos de vida, causa da queimadura, região corporal atingida, região com presença de lesão aberta, agente etiológico envolvido, objetivos do tratamento fisioterapêutico, recurso fisioterapêutico utilizado e motivo da alta.

Os dados obtidos foram organizados e convertidos em códigos na planilha do software Microsoft Excel® 2007, onde foram analisados. Foi realizada análise descritiva, com frequências absolutas e relativas para os dados apresentados.


RESULTADOS

Foram analisados 2401 prontuários de pacientes atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da UEG-ESEFFEGO, compreendidos de 2006 a 2013, nas diversas especialidades oferecidas. Destes, 156 apresentavam diagnóstico de sequela de queimaduras. No entanto, foram excluídos 10 prontuários por apresentarem dados incompletos, sendo que a amostra final de pacientes com diagnóstico de queimaduras foi constituída de 146 (6,08%) prontuários, conforme apresentado na Figura 1.


Figura 1 - Fluxograma dos prontuários dos pacientes atendidos na Clínica Escola no período de 2006 a 2013. Fonte: Próprio autor.



Para melhor compreensão dos resultados, os dados foram analisados e serão apresentados separados por idade: crianças e adolescentes, e adultos e idosos.

O perfil epidemiológico tanto para crianças e adolescentes como para adultos e idosos envolveu as variáveis sexo, idade, etnia, escolaridade e hábitos de vida. A Tabela 1 indica o perfil epidemiológico da amostra de crianças e adolescentes.




O perfil epidemiológico da amostra de adultos e idosos encontra-se descrito na Tabela 2.




Já o perfil clínico e do atendimento fisioterapêutico de crianças e adolescentes envolveram os agentes etiológicos mais encontrados, região acometida pela queimadura, região com presença de lesão aberta, objetivos do tratamento fisioterapêutico, recursos fisioterapêuticos mais utilizados e motivo da alta. Estes resultados encontram-se descritos na Tabela 3.




O perfil clínico e do atendimento fisioterapêutico dos adultos e idosos envolveram as mesmas variáveis das crianças e adolescentes. Os resultados estão apresentados na Tabela 4.




DISCUSSÃO

As queimaduras são um grave problema de saúde pública, levando a internações em até 40% dos casos, destes 60% podem desenvolver sequelas funcionais. Mesmo com o conhecimento que se tem a respeito das causas de queimaduras, ainda há necessidade de caracterizar as vítimas no sentido de ampliar o conhecimento epidemiológico desta expressiva causa de morbimortalidade11.

No período que compreende os anos de 2006 a 2013, foram cadastrados 2041 prontuários na Clínica Escola de Fisioterapia da UEG-ESEFFEGO, dentre eles 146 prontuários apresentaram o diagnóstico de queimaduras e preencheram todos os critérios de inclusão.

O presente estudo dividiu as amostras em dois grupos etários: crianças e adolescentes, que incluiu pacientes com idade entre 1 e 17 anos e foram responsáveis por 49 prontuários e adultos e idosos, que incluíram pacientes acima de 20 anos, com um total de 97 prontuários, divisão semelhante à realizada por Cardoso et al.12.

Na amostra de crianças e adolescentes, o sexo masculino teve predominância, o que corrobora com muitos estudos, justificados pelo comportamento mais independente e arriscado dos meninos13. As diferenças de gênero começam a se evidenciar no primeiro ano de vida, com os meninos estando 70% mais inclinados a sofrer lesões que as meninas14.

Na amostra de adultos e idosos, apesar da prevalência de mulheres, a análise não revelou significância quanto ao sexo, pois a queimadura neste estudo ocorre em proporções semelhantes em ambos os sexos. Mohammadi et al.15 em seu estudo também não encontraram diferença significativa quanto ao sexo, porém o masculino mostrou-se maior, com 57,6% da sua amostra.

Em relação à etnia das crianças e adolescentes, a etnia negra foi a de maior prevalência neste estudo, divergindo com a maior parte das literaturas, que apontam a branca como a mais prevalente como, por exemplo, o estudo de Farah et al.16. Porém, como poucos estudos envolvendo etnia foram encontrados, mais resultados precisam ser explorados para uma afirmação mais fidedigna dessa variável.

Diferentemente da amostra de crianças e adolescentes, para adultos e idosos a predominância de etnia foi a branca, concordando com a maior parte dos estudos neste tema.

No quesito escolaridade, devido grande parte do grupo de crianças e adolescentes ter idade inferior à fase escolar, a maior prevalência foi de não alfabetizados. Esta mesma análise foi referida em um estudo baiano com crianças de 0 a 12 anos17.

Entre adultos e idosos, o grau de escolaridade de maior prevalência foi ensino médio completo, o que pode vir de encontro com os achados da amostra de Queiroz et al.9, em que o nível de instrução não mostrou ter relação significativamente estatística com a incidência de queimaduras.

O mecanismo da queimadura está diretamente relacionado à idade da criança. Em crianças de 2 anos, a escaldadura foi a causa mais comum no estudo de Civile & Finotti18, sendo, no presente estudo, responsável por 14,3% dos agentes etiológicos, porém o maior deles foi o agente inflamável. Daga et al.19 registraram o agente etiológico por escaldadura como o mais comum em crianças atendidas em um Hospital Universitário de Curitiba (56,15%). É necessária uma abordagem de educação familiar e mudança dos hábitos tradicionais em preparação com líquidos quentes para reverter estes números20.

Já entre adultos e idosos, o agente etiológico de maior prevalência encontrado neste estudo foi o atrito, mas muitos estudos apontaram o álcool como o principal agente causador de lesões por inflamáveis em adultos e idosos21. O atrito no adulto esteve muito relacionado à queda de moto, ocasionando queimaduras principalmente nas extremidades inferiores. Estas complicações são as que mais repercutem em impedimento ao trabalho22.

Em relação ao recurso fisioterapêutico em crianças e adolescentes, a cinesioterapia foi o mais utilizado. No processo de pesquisa, com relação à prática da fisioterapia, a literatura mostrou-se escassa, embora tenha observado que as técnicas fisioterapêuticas aplicadas para o tratamento de queimaduras variaram conforme o tipo e o local da lesão23. Estudo realizado em Londrina (PR) com crianças na faixa etária média de 4,54 anos mostrou que houve pouca intervenção fisioterapêutica. Menos da metade dos casos (47,59%)24, o que pode fundamentar a escassez literária.

A cinesioterapia foi a técnica fisioterapêutica mais aplicada em adultos e idosos. Pesquisa realizada pelo Comitê de Reabilitação Internacional para Queimaduras, segundo questionário aplicado, percebeu que esta técnica ficou apenas em terceiro lugar (78%)25. A massagem na cicatriz (cyriax) foi recentemente citada como um recurso padrão para a reabilitação, obtendo grandes resultados26, tanto no tratamento ambulatorial individual quanto hospitalar27.

A maioria das pesquisas encontradas retrata o perfil epidemiológico de pacientes atendidos em unidades de tratamento hospitalar. Vale ressaltar que o período hospitalar prolongado pode causar complicações negativas como desnutrição, infecções e sepse, além de altas taxas de mortalidade15.

Sabe-se que a fisioterapia deve ser iniciada o mais precoce possível, preocupando-se sempre com a realização de uma avaliação completa, com objetivos e programas terapêuticos específicos, realizando constantes reavaliações, para diminuir assim a morbidade e mortalidade e o tempo de internação28, bem como manter e/ou devolver a funcionalidade à vítima29.

Desta forma, sabendo-se da importância da abordagem das queimaduras desde a prevenção ao tratamento de sequelas, o processo de construção desse estudo trouxe o proposto nos objetivos e, mais que isso, mostrou a importância da conservação de prontuários, pois, por meio deles, é possível traçar perfis característicos dos pacientes e até mesmo elaborar planos que melhorem ou acelerem a recuperação dos pacientes, vítimas de queimaduras, visto que o número de indivíduos acometidos por este trauma tem aumentado significativamente30.


CONCLUSÃO

Identificar o perfil epidemiológico e clínico de pacientes com sequelas de queimaduras é uma abordagem crucial para o atendimento mais especializado e direcionado desde a fase hospitalar à ambulatorial. Os achados deste estudo concordaram em grande parte com os da literatura em geral para estudos epidemiológicos, com o diferencial de identificar quais as condutas fisioterapêuticas foram mais adotadas no ambiente ambulatorial.

Desta forma, identificar o perfil epidemiológico e clínico de pacientes com sequelas de queimaduras, e determinar quais as condutas foram mais utilizadas no tratamento fisioterapêutico na Clínica Escola da Universidade Estadual de Goiás mostrou-se bastante relevante para ressaltar o perfil dos usuários que buscam este atendimento na região Centro-Oeste. Além de caracterizar este público, os resultados aqui apresentados podem embasar e subsidiar o atendimento prestado pelos demais serviços de fisioterapia no Estado e no Brasil.


AGRADECIMENTO

Agradecimento aos Programas de Bolsa de Iniciação Científica da Universidade Estadual de Goiás (BIC-UEG) e ao Programa de Bolsa de Incentivo ao Pesquisador da Universidade Estadual de Goiás (PROBIP-UEG).


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Recebido em 21 de Junho de 2017.
Aceito em 16 de Outubro de 2017.

Local de realização do trabalho: Universidade Estadual de Goiás, Departamento de Fisioterapia, Goiânia, GO, Brasil.

Conflito de interesses: Os autores declaram não haver.


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